OTB - Ordem dos Trabalhadores do Brasil        Domingo, 17 de Novembro de 2019

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AGPPs e Agentes de Apoio em estado de greve em SP

Parte administrativa dos servidores da Prefeitura de São Paulo paralisará suas atividades. Foto:

Por Paulo Campos dia em Nossos Direitos e Conquistas

AGPPs e Agentes de Apoio em estado de greve em SP
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Agência Trabalhador - São Paulo Capital

Desde o dia 6 de junho, servidores de nível médio e básico da Prefeitura de São Paulo estão em "estado de greve". A categoria decidiu pela movimentação em assembléia, após o prefeito Bruno Covas deixar de cumprir o que tinha acordado em virtude da greve de março.

Para terminar a paralisação, o prefeito afirmou que iria promover a reestruturação das carreiras de nível médio e básico (AGPPs - Assistentes de Gestão de Políticas Públicas, Agentes de Apoio e AST - Assistentes de Suporte Técnico) e que, de imediato instituiria a concessão de abono para estes servidores que estão há anos seguidos sofrendo defasagem salarial.

Abono condicionado à perda de benefícios

O abono seria de 300 reais para os integrantes das carreiras de nível médio e 200 reais para os que ocupam cargos de nível básico. Porém, apesar de realmente fazer a proposta na Câmara dos Veradores, o prefeito incluiu um pacote de alterações que diminui benefícios aos servidores, provocando revolta.

O Projeto de Lei - na verdade um substitutivo com acréscimos - está na pauta de votação da Câmara e os servidores são contra sua aprovação. Porém o prefeito arquitetou de maneira que, ou é aprovada as perdas de benefícios ou os servidores ficam sem os abonos salariais.

Junto com o - chamado pelos servidores - "Pacote de Maldades", o prefeito incluiu reajustes simbólicos de 0,01% para os anos de 2016, 2017, 2018 e 2019, ou seja, mais quatro anos de inflação que não será reposta.

Na mesma assembléia os servidores decidiram pela paralisação de 24 horas no próximo dia 16 de julho.

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