OTB - Ordem dos Trabalhadores do Brasil        Sexta-Feira, 22 de Novembro de 2019

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Bruno Covas despreza voto de servidores

Em nova paralisação de um dia, servidores municipais de São Paulo decidem manter a mobilização, com nova greve de um dia marcada para dia 29 de outubro: Foto SINDSEP

Por Franklin Ataide dia em Nossos Direitos e Conquistas

Bruno Covas despreza voto de servidores
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Agência Trabalhador – São Paulo Capital

Como resultado da última paralisação dos servidores de nível médio e básico da Prefeitura de São Paulo, foi apresentada à Secretaria de Gestão a proposta dos servidores (veja quadro abaixo). Com a negativa do governo, que se nega a repor perdas salariais, em assembléia os servidores decidiram parar novamente dia 29 de outubro.

AGPPs (Assistentes de Gestão de Políticas Públicas, ASTs – Assistentes de Suporte Técnico e AAs – Agentes de Apoio que estão em estado de greve por melhores salários e melhores condições de trabalho, rejeitaram a última proposta do governo.

Na mesa de negociação, a Prefeitura recebeu a proposta dos servidores e sinalizou que irá analisar e que deverá apresentar resposta dia 29 de outubro, sem descartar a possibilidade da realização de novos debates antes desta data.

As entidades sindicais conclamam servidores à organização, pedindo que se reúnam nas unidades e participem do movimento grevista.

A OTB – Ordem dos Trabalhadores do Brasil apóia e participa do movimento como entidade observadora. “Temos por justos os pedidos dos servidores que estão sem reajuste há tantos anos. O prefeito Covas precisa ter sensibilidade para com estas categorias que estão abandonadas e que são tão importantes para o funcionamento da máquina pública”, afirmou o vice-presidente da entidade, Paulo Campos. Ele completou: “São perto de 100 mil servidores ativos descontentes com a administração que parece ter olhos somente para obras que tragam retorno nas próximas eleições. O prefeito esquece que servidores representam cerca de meio milhão de votos, contando suas famílias e que prefeitos já perderam reeleições por desconsiderar essa massa votante”.

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