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Centrais insistem em contribuição sindical

Foto: Orise (divulgação). OTB – Ordem dos Trabalhadores do Brasil é contra, já as Centrais UGT e Força Sindical defendem que os trabalhadores paguem de 6% a 13% de um salário mensal para financiar as entidades. CUT não se manifestou.

Por Paulo Campos dia em

Centrais insistem em contribuição sindical
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Agência Trabalhador, 09/08/2017, 19:00 h – Brasília – O fim da contruibuição sindical em novembro, provocou um movimento das Centrais Sindicais em direção às bases dos trabalhadores no sentido de manter a entrada de valores. A contribuição sindical extinta deve ser substituída pó contribuição voluntária decidida em assembléias das diferentes categorias. UGT – União Geral dos Trabalhadores e Força Sindical defendem que – mais do que os 4,5% que é descontado uma vez ao ano – seja estabelecido patamares de 6 a 13% de um salário mensal.

Em 2016 o imposto sindical arrecadou R$3,53 bilhões, valor que pode saltar para R$ 10,2 bilhões com desconto de 13%.

A chamada “Contribuição por negociação coletiva”, defendida tanto pela UGT quanto pela Força, que juntas representam 51% dos trabalhadores sindicalizados, fará com que os trabalhadores paguem mais do que era descontado anteriormente.

Hoje existem as contribuições assistencial e confederativa que são pagas exclusivamente pelos trabalhadores sindicalizados (19,5% dos trabalhadores segundo o IBGE).

Anderson Luna, presidente da OTB – Ordem dos Trabalhadores do Brasil se manifestou contrário à criação de “mais um mecanismo que, à maneira dos impostos, atinge o bolso dos trabalhadores de maneira compulsória". Luna completou: 'quem quiser que ajude'”.

Temer informou que haverá regulamentação deste substituto ao imposto sindical por medida provisória. Da maneira como está sendo proposto, a contribuição passará a ser obrigatória à todos os beneficiários da contribuição coletiva, mesmo que não seja sindicalizado.

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