OTB - Ordem dos Trabalhadores do Brasil        Quinta-Feira, 14 de Novembro de 2019

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Deflagrada greve geral em São Paulo

Hoje, 04 de fevereiro, a Assembléia Geral  dos servidores da Prefeitura de São Paulo decidiu pela paralisação. Os funcionários públicos municipais se organizaram para reverter a reforma da previdência aprovada em dezembro. Foto: Cerca de 20 mil servidores demonstraram sua insatisfação defronte ao prédio da Prefeitura de São Paulo. Divulgação

Por Anderson Luna dia em Nossos Direitos e Conquistas

Deflagrada greve geral em São Paulo
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Agência Trabalhador, 04/02/2019, 19:00 h – São Paulo

A OTB – Ordem dos Trabalhadores do Brasil, publicou, nesta segunda-feira (4) manifesto de apoio às reivindicações dos servidores municipais da cidade de São paulo contra a reforma da previdência e o confisco dos salários. A “Assembléia Geral dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal com Ato pela Revogação do Confisco Salarial”, pretendeu atrair a atenção da população sobre a situação dos funcionários públicos municipais.

Parte dos servidores estão sem reajuste salarial há mais de uma década. Estes servidores terão ainda aumento dos descontos em seus salários de 11% para 14% com a reforma aprovada. Na prática, alegam os organizadores da greve, a prefeitura está confiscando salários para cobrir déficits decorrentes de má gestão.

Pararam trabalhadores da Saúde, Serviço Social e Engenheiros estão à postos e prontos para parar, segundo os organizadores. E mais que outras categorias, é certo que os professores entrarão em greve. Na última manifestação – que impediu a aprovação da reforma pelo ex-prefeito João Dória – chegaram a 100 mil pessoas (principalmente professores) defronte a Câmara Municipal, evento que terminou em violência, com vários feridos.

A OTB acredita no diálogo e torce que a revisão da legislação aconteça de maneira rápida para evitar sofrimento para a população, mas reconhece os abusos praticados por diferentes governos, em especial na questão salarial que beira o absurdo, e na manobra que resultou na aprovação da reforma da previdência sem que houvesse possibilidade de ampla discussão com os mais atingidos: os servidores públicos da cidade.

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