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Desemprego não deve diminuir em 2019

A expectativa é de que sejam geradas poucas vagas neste ano, embora exista previsão de bom crescimento econômico para a América Latina como um todo.

Por Anderson Luna dia em OTB no Brasil

Desemprego não deve diminuir em 2019
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Agência Trabalhador, 14/02/2019, 17:00 h – Brasília

Relatório apresentado esta semana pela OIT - Organização Internacional do Trabalho demonstrou boas perspectivas para o crescimento econômico da América Latina e Caribe – alta de 2,0% no PIB da região em 2019 e 2,6% em 2020, acima de um modesto 1% em 2018 - puxado especialmente pelas melhorias esperadas para Brasil – com expectativa de 2,4% para 2019. No entanto, o impacto desse crescimento na geração de emprego será modesto. 

O número de pessoas empregadas em toda a América Latina terá uma alta de 1,4% até 2020, com a taxa de desemprego caindo de 8% em 2018 para 7,8% em 2020 na região. Paulo Campos, vice-presidente da OTB afirmou que a entidade lançará em breve um projeto nacional de geração de empregos no país.

No Brasil, a expectativa é uma redução da taxa de desemprego de 12,5%, em 2018, para 12,2%, em 2020. Em número absolutos, isso representa 200.000 trabalhadores de volta ao mercado. Em números absolutos, o país ainda deve fechar o ano com 13,1 milhões de desempregados, na prática um avanço muito pequeno.

A OIT destaca que ter emprego não é garantia de boas condições de vida em vários países. "A incidência da informalidade na América Latina e no Caribe continua sendo uma das mais altas globalmente, embora na última década quase todos os países da sub-região tenham  políticas públicas", informa o relatório.

Estima-se que mais de 53% da população ocupada na região permaneça no emprego informal.  No Brasil, esse índice chega a 46%.

A OTB enxerga este cenário com muita preocupação. Expectativas são baixas e mesmo se concretizando os avanços, serão mínimos os reflexos para o trabalhador.

A OTB defende a discussão de um novo projeto para a criação de novos empregos. Neste momento de modernidade e de avanços é preciso estabelecer diálogo neste sentido. Essa transformação interessa ao trabalhador, ao governo e aos empregadores.

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