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Menos 254 mil postos de trabalho no agronegócio

Um dos pilares da economia, o agronegócio também sofre com a crise e uma boa parcela dos desempregados está no campo. A OTB se preocupa com todas as parcelas dos trabalhadores e busca propostas para a manutenção e criação de vagas.

Por Paulo Campos dia em OTB no Brasil

Menos 254 mil postos de trabalho no agronegócio
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Agência Trabalhador, 05/08/2018, 20:00 h – São Paulo

Neste domingo (05), representantes da OTB se reuniram para um debate sobre as condições de trabalho em todo o país. Um dos temas que dominaram a conversa foi  a situação dos trabalhadores do campo que devido à crise e à mecanização tem perdido cada vez mais postos no agronegócio.

O agronegócio tem grande potencial de crescimento, principalmente quando se observa a projeção de crescimento populacional na Ásia que é de cerca de 40 milhões de pessoas a mais por ano e o Brasil tem potencial até para se tornar a nova Árabia Saudita somente com a produção do etanol.

O desafio está na convivência das novas tecnologias com a falta de investimento na instrução do homem do campo.

“Acreditamos que o caminho para o crescimento do emprego rural é a educação” afirmou Anderson Luna, presidente nacional da OTB. E é esta a principal proposta da entidade para os próximos dez anos: a criação de unidades de ensino e a criação de cursos de nível médio e superior apropriados para as necessidades do agronegócio. Cursos de nível superior na área de mecanização e de nível médio para operação de equipamentos mecanizados pode ser um exemplo destas novas atividades.

Não adianta, porém, a implantação de unidades ou cursos de maneira localizada. É importante que esta proposta seja disseminada de maneira uniforme por todo o país, com conteúdos apropriados a cada região. A análise e planejamento permitirá que as estruturas implementadas sejam voltadas para a agricultura ou pecuária, dependendo das prioridades.

Paulo Campos, vice-presidente nacional afirmou que “A educação, sozinha, não tem poder para mudar a história de pessoas e de localidades esquecidas há anos. Outras políticas públicas tem de ser implantadas de maneira consistente nas áreas de saúde, para garantir esta força de trabalho e infraestrutura, que permita, de maneira eficiente, escoar as produções com qualidade”.

 

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