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Menos empregos no Mato Grosso do Sul

Embora tenha havido crescimento no nível de emprego do país, o estado do MS terminou o mês de setembro com 2645 menos empregos que no início do  mês. Foto: Campo Grande, MS.

Por Anderson Luna dia em OTB no Brasil

Menos empregos no Mato Grosso do Sul
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Agência Trabalhador, 25/10/2018 – Campo Grande

O Ministério do Trabalho divulgou nesta segunda (22) o CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados que apontou a perda de 2,6 mil postos de trabalho no estado do Mato Grosso do Sul, no mês de setembro.

O número se deveu ao grande número de demissões no setor de serviços, onde perderam o emprego 3722 pessoas. Na indústria, comércio e agropecuária as contratações superaram as demissões.

O movimento contraria a tendência de crescimento – lento – dos níveis de emprego em todo o país. Considerando o Brasil como um todo, a criação de empregos atingiu seu maior nível dos últimos 5 anos.

Em todo o país foram criados 137.336 postos formais de trabalho no último mês, nível de crescimento que não ocorria desde setembro de 2013.

A OTB acompanha o cenário do desemprego em todo o país e detecta uma anomalia no estado do Mato Grosso do Sul. Enquanto no restante do país o setor de serviços lidera a criação de vagas de emprego, no MS este mesmo setor é o que mais demite. É preciso que as autoridades e empresários tenham atenção, descubram o que motiva este movimento contrário e o reverta.

O setor de serviços é muito importante e determina a maturidade da economia de um estado. Setor de serviços forte é característico de economias que já superaram o estágio do foco no emprego na indústria, sinal que o setor industrial atingiu a maturidade. O estado do MS precisa detectar os motivos desse movimento na contramão do país.

A última vez em que a criação de empregos tinha superado esse nível tinha sido em setembro de 2013, quando as admissões tinham superado as dispensas em em 211.068 postos de trabalho.

Empregos formais criados em setembro no país.

Serviços 60.961 postos;

Indústria  de transformação 37.449 postos;

Comércio 26.685 postos;

Construção Civil 12.481 postos;

Serviços Industriais de Utilidade Pública 1091 postos;

Administração Pública 954 postos;

Extrativa Mineral 403 postos.

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