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O fim do Ministério do Trabalho

Proposta do governo bolsonaro, a incorporação do Ministério do Trabalho pela pasta da Economia preocupa trabalhadores e os próprios integrantes atuais do Ministério.

Por Paulo Campos dia em OTB no Brasil

O fim do Ministério do Trabalho
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Agência Trabalhador, 06/11/2018, 19:00 h - São Paulo

Em nota hoje (06) o Ministério do Trabalho, em tom de defesa, explanou sobre seu papel na sociedade. A declaração se deu após anúncio, pela Folha de São Paulo, que a equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro deseja fundir a pasta com o Ministério da Economia, na prática, extinguindo o órgão.

A nota explica que  “o futuro do trabalho e suas múltiplas e complexas relações precisam de um ambiente institucional adequado para a sua compatibilização produtiva, e o Ministério do Trabalho, que recebeu profundas melhorias nos últimos meses, é seguramente capaz de coordenar as forças produtivas no melhor caminho a ser trilhado pela Nação Brasileira, na efetivação do comando constitucional de buscar o pleno emprego e a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros".

O presidente em exercício (durante a licença do presidente Anderson Luna) da OTB - Ordem dos Trabalhadores do Brasil, Paulo Campos, declarou que “a OTB vê com preocupação a extinção do Ministério (do Trabalho). O Ministério tem exercido menos influência que antigamente, mas ainda é importante órgão mediador entre empresários e trabalhadores.

A precarização das relações de trabalho, conquanto a balança penda para o lado dos empregadores ávidos pela redução de custos, fica sem regulação com o fim do Ministério e, em tempos de terceirização de Temer e anúncios de reforma da previdência e aprofundamento da reforma trabalhista por Bolsonaro, os trabalhadores poderão vivenciar a perda de direitos históricos, adquiridos com muita dificuldade pela gerações passadas.

É momento em que a sociedade deve prestar atenção e defender, com veemência, seus direitos. A geração de empregos não pode servir de desculpa para ampliar lucros de empresários, mesmo porquê, a alardeada retomada do emprego que seria promovida pela reforma trabalhista, não aconteceu.

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