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OTB crê na reforma fiscal como caminho para o crescimento

EDITORIAL – O Brasil precisa com urgência retomar o caminho do crescimento, sob pena de ver aumentado o número de desempregados e pior, o número de desalentados, que são aqueles que desistiram de procurar emprego.

Por Anderson Luna dia em OTB no Brasil

OTB crê na reforma fiscal como caminho para o crescimento
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Agência Trabalhador, 03/09/2018, 16:00 h – São Paulo

A OTB – Ordem dos Trabalhadores do Brasil acredita que o país tem condições de crescer mais que os 2,5% ao ano projetados pelo Ministro da Economia Eduardo Guardia, caso estivéssemos em condições ideais, hoje (03), na abertura do 15º Fórum de Economia da FGV - Fundação Getúlio Vargas.

Outro ponto em que confluem a posição da OTB em relação à economia e as declarações do ministro é que a crise tem origem no desequilíbrio fiscal provocado, principalmente pelas contas públicas que, na prática, junto às taxas de juros, inviabilizam o orçamento da união.

Perto de 13 milhões de desempregados, 4,8 milhões de pessoas que desistiram de buscar emprego e mais de 61 milhões inadimplentes. Este cenário terá de ser enfrentado pelo proximo presidente que terá de reverter a atual realidade na qual a economia, segundo o IBGE, cresceu parcos 0,2% no segundo trimestre.

Como não existe espaço para aumento na carga tributária no país que penaliza sua população com uma das maiores tributações do mundo, é preciso, com urgência, pensar em mecanismos de redução dos gastos do governo. Só assim haverá superávit primário – ou sobra nas contas – fundamental para o crescimento econômico e geração de empregos.

Mas as confluências param por aí. Enquanto a política do governo adota a linha liberal que defende a privatização das principais empresas públicas, a OTB crê na manutenção das empresas lucrativas, como a Petrobrás, que não pode ser culpada por gastos. Muito embora seja necessário fiscalização constante para evitar a corrupção. Mecanismo simples seria a extinção de indicações políticas para cargos de direção.

O Brasil está fora da realidade mundial em relação à tributação de pessoa jurídica. Enquanto a média na Europa e Estados Unidos está em 21%, o Brasil arrocha empresários em 34%, inviabilizando o crescimento das empresas, o surgimento de empregos e novos investimentos.

A OTB preconiza a redução da taxa de juros como principal caminho para recuperação da economia. A utilização da taxa de juros como única maneira de controle da inflação tem levado o país à estagnação. É preciso coragem para enfrentar tempos de turbulência até que a sociedade se estabilize e, certamente, a inflação tem de ser controlada, porém existem outros mecanismos. A setorização com taxas diferenciada pode ser maneira de controlar a inflação em nichos específicos, sem afetar toda a sociedade.

 

 

 

 

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