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OTB pelo fim da Violência contra a Mulher

Dia 25 de novembro houve manifestações por todo o mundo pelo fim da violência contra a mulher. A OTB participou e compartilha deste movimento. Os debates se estenderão até 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. Image: UN Women.

Por Paulo Campos dia em Eventos e Ações OTB

OTB pelo fim da Violência contra a Mulher
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Agência Trabalhador, 19/11/2018, 14:00 h - Nova Iorque

A violência contra mulheres e meninas continua sendo uma das maiores, persistentes e devastadoras violações dos direitos humanos em todo o mundo, em grande parte pela ausência de denúncias em virtude da vergonha, impunidade e estigma que provoca.

Em termos gerais, se manifesta à nível físico, sexual e psicológico, entre outras: pela violência do parceiro que agride, abusa psicologicamente, sequestra e assassina, pela violência sexual e assédio através de sequestro, estupro, avanços sexuais indesejados, abuso de crianças, casamento forçado, assédio nas ruas, perseguição ou assédio pela internet.

Também é importante lembrar de mulheres e meninas que são vítimas de tráfico humano e são escravizadas, sofrendo exploração sexual.

Não menos destável são os casos de mutilação genital e casamento de homens adultos com crianças, comuns em muitas regiões.

Em 1993 a ONU - Organização das Nações Unidas, na Assembléia Geral definiu a violência contras a mulher como “qualquer ato de violência baseada no gênero que resulte ou seja provável que resulte em violência física, sexual ou sexual, danos psicológicos ou sofrimento para as mulheres, incluindo ameaças de tais atos, coerção ou privação arbitrária de liberdade, seja na vida pública ou privada. ”

No mundo existem ainda outras condições que prejudicam mulheres em todos os estágios de sua vida. Meninas, em várias partes do mundo, tem desvantagens ou são desestimuladas a estudar, sendo este o primeiro obstáculo a ser vencido: as meninas tem direito à educação, tanto básica quanto de nível superior. Esta desvantagem acaba tornando a mão de obra da mulher adulta desvalorizada ou determinando menores oportunidades de trabalho.

E a situação de vulnerabilidade pode ser ainda pior quando a mulher ou menina é muito jovem ou muito idosa, quando se identifica como lésbica, bisexual, transgênero ou intersexual, imigrante ou refugiada, indígena ou de minoria étnica, ou quando a mulher ou menina é portadora do vírus HIV ou deficiente.

No mundo

1 a cada 2 mulheres e meninas sofre violência física ou sexual em sua vida, notadamente praticada por seu companheiro;
Apenas 52% das mulheres casadas ou em união estável tomam livremente decisões sobre relações sexuais, uso de anticoncepcionais ou cuidados com a saúde;

Mais de 750 milhões de mulheres e meninas se casam antes dos 18 anos e 200 milhões de mulheres e meninas sofrem mutilação genital;

1 em cada 2 mulheres assassinadas foram mortas por seus parceiros ou familiaresm em 2112, entre os homens a relação é de que apenas 1 em cada 20 homicídios acontece nestas circunstâncias;

71% das vítimas de tráfico humano são mulheres e 3 de cada 4 vítimas sofrem  exploração sexual;

A violência contra a mulher mata tanto quanto o câncer e  causa mais problemas de saúde que acidentes de trânsito e a malária combinados.

Dia 25 de cada mês é denominado Dia Laranja numa campanha das Nações Unidas pelo fim da violência contra a mulher. Participantes de todo o mundo são incentivados a usar um toque laranja em solidariedade à causa.  A cor simboliza um futuro melhor que seja livre de atos violentos contra mulheres e meninas.

A OTB - Ordem dos Trabalhadores do Brasil se engajou nesta causa, cujo tema, em 2018 é “Laranja no Mundo”. Serão 16 dias de debates que terminarão em 10 de dezembro dia Internacional dos Direitos Humanos.

OTB participa do Dia Internacional pela Eliminação da Violencia contra a Mulher UNITED NATIONS - Participe da campanha.

Nas redes sociais use as hashtags #OrangeUrWorld, #OrangeTheWorld, #HearMeToo, #EndVAW ou #OTBOrangeTheBrazil.

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