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Prefeitura de São Paulo só dá reajuste se houver reforma da previdência

Segundo o Secretario Adjunto da Secretaria da Gestão, é impossível conceder aumento salarial compatível com o déficit da previdência municipal

Por Anderson Luna dia em OTB no Brasil

Prefeitura de São Paulo só dá reajuste se houver reforma da previdência
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Agência Trabalhador, 09/02/2017, 16:00 h – São Paulo – Ontem, nas dependências da Secretaria Municipal de Gestão da Prefeitura de São Paulo, houve reunião sobre as consequências, para os servidores – uma delas, a ausência de reajuste salarial - caso seja implantada a reforma da previdência municipal, proposta pelo prefeito João Dória.

A proposta é que haja poucas alterações para servidores que ingressaram antes de 2003. Para estes, a principal mudança é a alteração do valor do desconto que aumenta de 11% para 14%, acrescido da alíquota suplementar que varia conforme o salário recebido.

A alíquota suplementar afetará os salários em camadas chegando ao total máximo de 18,2% para quem recebe acima do teto do INSS (que hoje é de 5.645 reais). O resultado apurado será depositado em nome do servidor que terá uma “conta” particular que resultará em sua aposentadoria complementar.

Prefeitura de São Paulo só dá reajuste se houver reforma da previdência

Outro ponto explicado foi a composição do novo fundo que será responsável pelo gerenciamento dos valores arrecadados e que será administrado pelo IPREM e que será composto pela contribuição dos servidores e respectiva contrapartida da Prefeitura e acrescido de 50% de todos os valores recebidos dos devedores do município que estão registrados na “dívida ativa” mais os valores arrecadados com a venda de imóveis – a prefeitura de São Paulo tem hoje, 40 mil imóveis.

A administração frisou que é imprescindível mudar a previdência, já que a população acaba por pagar o salário dos aposentados da prefeitura. Vagner, secretário adjunto da SMG deu o tom da campanha: “toda a população paga pelo benefício percebido por 0,1% dos moradores da cidade”.

O objetivo apresentado é que a previdência se torne sustentável e que seja gerenciada pelo IPREM que está sendo renovado, diminuindo os cerca de 400 cargos para pouco mais de 230 “focados na administração e gestão de previdência, com experiência na área” assim informou a representante do instituto.

 

 

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