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Servidores devem ter ficha limpa, afirma OTB

A nomeação do ex-presidente do metrô, Sérgio Avelleda, condenado por improbidade administrativa, precisa deixar os paulistanos em alerta.

Por Anderson Luna dia em OTB no Brasil

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Agência Trabalhador, 09/08/2018, 10:00 – São Paulo - com informações do G1

O prefeito Bruno Covas nomeou ontem (09) o ex-presidente do metrô, Sérgio Henrique Passos Avelleda ao cargo de secretário da gestão, que é dos mais importantes cargos do primeiro escalão da cidade que é a maior e mais importante do país.

Não haveria problema se Avelleda não tivesse sido condenado por improbidade administrativa (pode se traduzir por desonestidade na administração pública) a pagar, em conjunto com as empresas com as quais houve o conluio, 326 milhões por fraudes em licitação.

A nomeação ignorou a decisão da juíza Simone Gomes Casoretti, da 9ª vara da Fazenda Pública que determinou a perda da função pública e dos direitos políticos do condenado por 5 anos. Saiu do metrô e assumiu o cargo na Prefeitura de São Paulo ambos governos do PSDB.

O homem que está na direção da gestão da cidade de São Paulo é o mesmo que foi denunciado em colaboração premiada pela construtora Camargo Corrêa junto ao MP-SP - Ministério Público do Estado de São Paulo, pela qual a empresa afirmou ter cometido atos de improbidade administrativa na licitação, junto de outras quatro grandes construtoras do país: Andrade Gutierrez, OAS, Odebrecht e Queiroz Galvão.

Ao justificar sua decisão, a juíza afirmou que os réus “agiram como verdadeiros donos da obra pública e decidiram, muito tempo antes da entrega e abertura dos envelopes, com qual parte da obra ficariam e, para tanto, apresentaram para o lote desejado a proposta com valor aproximado ao indicado no orçamento do Metrô e, para os demais lotes que não tinham interesse, valor superior para que não saíssem vencedor”.

Os paulistanos tem de ficar alerta e, respeitado o fato do atual gestor municipal ter sido condenado em primeira instância, o que não deve legalmente impedi-lo de assumir cargo de direção, os elementos que determinaram sua condenação são de grande relevância ao versarem justamente sobre fraude na administração.

 

 

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